terça-feira, 24 de novembro de 2020

Resenha #20 - Algo aconteceu com meu coração

      Olá, leitores! Tudo bem com vocês? Hoje teremos por aqui mais uma resenha, desta vez de um lançamento de um romance em formato e-book na Amazon. Estão prontos para conhecerem Min Joon e Maia.

Título: Algo aconteceu com meu coração

Editora: Publicação Independente na Amazon

Autora: Brenda Ripardo


Sinopse

Quando Min Joon, o sul-coreano de olhos bonitos entrou na minha casa, desejei que fosse o entregador de comida do restaurante favorito da mamãe e não o filho do seu noivo.

A minha vida não era perfeita, mas era minha. Tínhamos um apê legal e até um leão de bronze chamado Alfredo. Agora, tudo estava indo por água baixo, porque além de dividir o espaço com meu arqui-inimigo, ia dividir meu coração....

Nós não tínhamos nada em comum. Ele era calado e eu tinha uma língua afiada. Ele gostava de ficar sozinho nos dias tristes e eu queria companhia. Ele era encrenqueiro e eu, bem, eu sabia vários golpes de Muay Thai.

Nem de longe nós erámos amigos e eu passava mais tempo retrucando tudo que Min Joon falava do que realmente prestando atenção nas palavras dele. Fazer a vida dele difícil era
 quase como a minha missão.

E embora não fosse admitir isso em voz alta, ele ficava muito sexy quando se metia em briga para salvar uma dama em apuros.

Min Joon e eu éramos o completo oposto, mas fomos feitos um para o outro.


RESUMINHO

           O livro fala sobre Maia, uma garota novaiorquina nerd de pais separados e Min Joon, um garoto coreano, encrenqueiro que vive nos Estados Unidos com seu pai há alguns anos. Eles são da mesma escola e se detestam, mas o destino dos dois começa a caminhar para o mesmo lado quando seus pais resolvem se casar.

          Os dois acabam se aproximando e se apaixonando, claro, mas o casal está longe de ter um relacionamento tranquilo. Isso tudo porque Min Joon é herdeiro de uma empresa milionária e sua avó exige que o garoto assuma seu lugar de direito o quanto antes.

     Entre brigas, casamentos arranjados, distância, facadas e decisões que ambos tomam durante sua vida, eles vão se encontrando e desencontrando durante a narrativa.

 

CRÍTICA

                A primeira coisa que me chamou atenção no livro foi a diagramação. Para um e-book está mais do que excelente e bem tecnológica com direito a QR code para a playlist do livro e tudo. Sem dúvidas, o e-book mais lindo que já li!

            Após isso, você se depara com uma história que de início você não tem ideia do quanto vai evoluir durante a narrativa. Você verá Min Joon e Maia crescendo e evoluindo (assim como também seus problemas) bem diante dos seus olhos. O que te fará torcer para que os dois que fiquem juntos até o final.

             Além dos principais, a maioria dos personagens tem suas histórias contadas em paralelo, o que só tem a adicionar ao enredo principal. De início, achei todos um pouco caricatos, os bonzinhos eram apenas bons e os malvados apenas maus. E de fato, você não vê nos “heróis” muito mais do que momentos de fragilidade, mas no decorrer da livro, Brenda desenvolve muito bem os vilões, nos deixando claro o porquê de suas ações. Com exceção da Cora, que acabou ficando congelada no modo patricinha do Ensino Médio. O que não faltou oportunidades para desenvolver. Acredito que no encontro dos ex-alunos, por exemplo, ela podia ter tido uma abordagem mais madura e quem sabe ter resolvido suas desavenças com Maia? (Claro que não desenvolver fortaleceu o relacionamento de Maia com Min Joon, o que foi legal também!)

                No mesmo efeito da Cora, também senti falta de saber um pouco mais sobre o Luigi. Ele é um personagem tão fundamental na história e ao mesmo tempo, senti que não o conhecia tão bem quanto a Lisa, por exemplo.

                Quanto aos cenários são perfeitamente estruturados. A autora os descreve de maneira

genial e detalhada, pensando em cada coisinha, considerando a cultura de ambos os personagens e os elementos que devem ter em cada casa, cada rua, cada restaurante.

                E falando de cultura, se você quer conhecer um pouquinho da coreana, este é o livro ideal! Com ele, você irá conhecer alguns lugares, aprender algumas palavras e conhecer alguns costumes. Comecei o livro com quase zero informações sobre o país e agora sinto que sei muito mais sobre. Tem coisa mais gostosa do que aprender tanto com um romance maravilhoso nos conduzindo?  

Então, Algo aconteceu com meu coração, passa longe de ser o clichê adolescente como descrevi na minha resenha de primeira impressões. Ele apenas começa assim e vai se desenvolvendo aos poucos em um romance maduro, com muitas emoções para serem vividas no decorrer da leitura, tratando de maneira leve temas como homofobia, separação dos pais e novas famílias, amizade, relacionamento com pessoas de culturas diferentes, entre outros.

Recomendo demais para leitores que curtem um romance e que amam a cultura coreana ou querem saber mais sobre.


Gostou da resenha? Se interessou pelo livro?

Compre já:

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Entrevista com autor #8 - Vitória Cristina Amancio

          

       Olá, leitores! Como vão vocês? Saudades das entrevistas aqui no blog? Hoje é dia de matar a saudade! Desta vez conheceremos Vitória, a autora maravilhosa do livro “Olhos de Jade”, uma fantasia da Editora Pendragon (acesse a resenha: https://emminhamenteftcastro.blogspot.com/2020/10/resenha-19-olhos-de-jade.html) . Prontos para descobrir o quanto de Jade tem na Vitória?

Ficha do autor


Nome: Vitória Cristina Amancio

Idade: 19

Obras: Olhos de Jade

Descreva-se como se fosse um personagem: Vitória tem longos cabelos negros e uma mente disparada, é perfeccionista e ama tudo o que faz.

Se pudesse se dar um adjetivo como autor, seria: Aventureira


Hábitos de escrita

[Fernanda]: Você tem alguma rotina de escrita ou você segue a sua inspiração?

[Vitória]: Eu sei que muitas pessoas tem uma rotina e se obrigam a escrever, mas eu sempre vi minha escrita como hobby, e acho que a melhor parte disso é não me obrigar a escrever todos os dias e esperar minha inspiração dar o ar da graça. Às vezes ela demora meses, às vezes escrevo por meses seguidos… Não tenho um padrão (risos).

 

[Fernanda]: Essa é realmente a melhor forma de escrever! Sem pressão. Agora nos conte: digitar ou escrever à mão? Qual seu favorito?

[Vitória]: Eu escrevo a mão somente em últimos casos, como já aconteceu, de eu estar na escola e utilizar a última folha do caderno para criar algo, ou levar meu velho caderninho para passar as tardes na casa de meus avós. Mas na hora de passar os capítulos para o computador era sempre um problema: o que diabos estava escrito ali?

 

[Fernanda]: Ai meu Deus! Nesse caso digitar é a melhor solução! (risos) E você costuma escrever seus livros na ordem cronológica em que acontecem ou partes avulsas, juntando tudo no final?

[Vitória]: Eu acho que consegui parar para escrever o primeiro livro só quando eu já sabia o final do terceiro, e assim é dentro da história individual também, às vezes começo de trás para a frente, as vezes começo pela metade e depois sigo o que meu coração manda.

 

[Fernanda]: Movida por inspiração sempre! E quando você finalmente termina, como se sente?

[Vitória]: Essa é uma pergunta interessante, porque eu nunca tive essa sensação, mas estou sempre buscando por ela. Acho que eu nunca acabo um livro. Eu sempre volto para escrever mais, nem que seja uma palavrinha só, é como se as histórias estivessem vivas.

 

[Fernanda]: É sempre um problema desapegar das histórias e dos personagens, né? Falando neles, você costuma fazer ficha para os seus personagens?

[Vitória]: Já fiz depois de um tempo em que escrevia porque eu acabava me perdendo nos nomes e algumas características, mas quando começo uma história, não faço isso, preciso conhecer eles primeiro.

 

[Fernanda]: Muito legal isso! Deixar os personagens se apresentarem primeiro, para depois registrar! Amei! Agora sobre suas inspirações? Você tem algum autor ou obra que inspira sua escrita?

[Vitória]: Acho que tudo que eu li me inspira, até mesmo obras que odiei, me inspiram (risos), tudo eu absorvo, mas um escritor que definitivamente tem me inspirado é o Chris Colfer com a série, Terra de Histórias, comecei a ler essa série logo que comecei a escrever e acho que estamos juntos desde então (risos).

 

[Fernanda]: Definitivamente preciso procurar essa série para ler! Sobre a sua vida de autora: Qual foi seu momento mais memorável como escritora?

[Vitória]: Existem mensagens todos os dias, pedindo ajuda para escrever ou me contando que gostaram da história (às vezes têm críticas também, mas até disso eu gosto- risos-), e eu acho que isso está sendo memorável, como viver um sonho mesmo, mas um momento que me encheu os olhos foi quando meu priminho de 10 anos me contou que Olhos de Jade era o livro preferido dele, não consigo explicar a sentimento de ter sido Olhos de Jade o livro que levou ele para a literatura, e tento dar livros para ele sempre que posso desde então.

 

Vitória e o “Olhos de Jade”

[Fernanda]: De onde surgiu a ideia para história?

[Vitória]: Se eu te contar que foi assistindo o Faustão, você acredita? As pessoas sempre riem


quando eu conto isso e eu fico com uma vergonha danada, mas a verdade é que desde pequena eu sou fã do Luan Santana (de ir em show com faixa rosa na cabeça e tudo), e quando ele apareceu com a namorada dele no Faustão, a Jade, eu fiquei muito incomodada com esse nome, achei feio mesmo. Acho que Jade nos remete àquela novela da Globo que passou há mil anos atrás, O Clone, e eu sempre fiquei um pouco mistificada e incomodada com o nome Jade. E o nome ficou martelando na minha cabeça (eu estava de férias, não tinha muito o que pensar), foi quando eu acabei de ler minha primeira saga, A Maldição do Tigre, de Collen Houck, e além de desolada, fiquei sem nada pra ler. Então eu misturei Jade, o único nome que eu tinha na cabeça, com a história que eu estava lendo, mas quem já leu as duas histórias sabem que elas já não têm mais nada a ver.

 

[Fernanda]: Eu nunca ia adivinhar isso! As melhores histórias vem de coisas totalmente improváveis, né? Vamos falar dos cenários: Como foi criar Magnus? Foi fácil decidir as criaturas que apareceriam na história e seus Reinos?

[Vitória]: Acho que Magnus é uma das minha maiores dificuldades, estou sempre conhecendo esse mundo junto com a Jade e acho isso incrível, porque o meu mundo é meu e imagino ele como eu quiser hahaha, mas acho que fiquei mais perdida com a parte dos nomes, afinal, é um mundo totalmente novo, e as minha referências com nomes acabaram vindo do Latim.

 

[Fernanda]: As possibilidades para este mundo são infinitas! É muito gostoso escrever assim, sem fronteiras, mas as vezes pode ser uma maldição. Conta para gente, tem algum livro que te deixa inspirada para criar esses cenários?

[Vitória]: Todos os que li hahaha, mas a Maldição do Tigre e o acampamento Shadow Falls são os principais.

 

[Fernanda]: Muito interessante! Agora queremos saber sobre os personagens. Qual seu favorito e por quê?

[Vitória]: Essa pergunta eu nunca recebi antes… Nossa, é difícil. Acho que vou escolher dois, o Guilherme e a Hanna, que de certa forma representam pessoas muito próximas de mim e que são reconfortantes para a Jade.

 

[Fernanda]: Alguém em sua vida inspirou esses personagens?

[Vitória]: De certa forma, todos são inspirados em pessoas ao meu redor, mas a Hanna foi uma escolha consciente, eu precisava de uma personagem em quem a Jade pudesse confiar, que fosse da sua família, mas também fosse sua amiga, e foi assim que relacionei ela com minha tia, que é minha amiga desde sempre. Guilherme, o irmão mais novo da Jade de certa forma também é uma inspiração, embora vocês não conheçam muito dele ainda. Eu perdi minha irmã quando ela tinha dois aninhos e obviamente sinto muita saudade, das coisas que fizemos e deixamos de fazer juntas, então eu dei à Jade um irmão e inverti a situação, voltando para Magnus ela quer aproveitar o tempo que resta da infância dele e eu me diverti muito com esses dois.

 

[Fernanda]: Ah, que história linda! Aposto que muitos de nós vamos amar ainda mais o Guilherme depois dessa revelação. Eu com certeza vou! E já que estamos falando de momentos emocionantes, em algum momento você se emocionou durante a escrita? Qual?

[Vitória]: Acho que todos que leem a cena do aeroporto se emocionam, e eu com certeza me emocionei ao escrevê-la.

 

[Fernanda]: É realmente uma das minhas cenas preferidas! E já que estamos falando de cenas, qual parte foi a mais divertida de escrever? E qual foi a mais difícil?

[Vitória]: A parte mais divertida é o final, adoro quando finalmente coloco todas as ideias no papel, e a mais difícil com certeza é o começo, acho que reescrevi mais de cinco vezes os primeiros capítulos, tive muita dificuldade para introduzir a história.

 

[Fernanda]: Te garanto que quem lê nem percebe isso! (risos) E na sua opinião, qual é a principal mensagem do seu livro?

[Vitória]: Eu tentei passar várias mensagens, mas acho que a principal é: que pessoas são simplesmente pessoas, nós erramos e acertamos todos os dias e não existem pessoas boas ou más nessa história, apenas pessoas.

 

[Fernanda]: É uma mensagem linda! E para finalizar essa parte, vou te fazer um desafio: Você precisa convencer o leitor a ler seu livro em poucas palavras, o que diz a ele?

[Vitória]: A história da Jade é a história de uma garota com problemas como todas as outras, a única diferença é que ela possui poderes que ela não faz ideia de onde vêm.


Outras obras e planos futuros

 


[Fernanda]: Sabemos que “Olhos de Jade” não é livro único. Quantos livros farão parte da história?

[Vitória]: São três livros, Olhos de Jade, Coração de Jade e o último nome ainda é segredo, mas será algo da Jade também (risos).

 

[Fernanda]: Já estou fazendo combinações de títulos na cabeça aqui! (risos) E você tem previsão de datas para o próximo livro?

[Vitória]: A única certeza que tenho no momento é que ele virá em 2021.

 

[Fernanda]: Já estamos ansiosos! Agora, além de “Olhos de Jade”, você pretende escrever algum livro de um gênero completamente diferente de fantasia?

[Vitória]: Eu tenho um pézinho no romance, sei que Olhos de Jade tem bastante romance, mas eu já comecei várias histórias focadas apenas no romance. Algo que ainda quero escrever é um thriller, morro de amores por leituras desse gênero.

 

[Fernanda]: Que bacana! Já queremos ver esses seus outros lados na literatura para já! Mas em resumo, o que podemos esperar de você neste mundo literário?

[Vitória]: Além da história da Jade, eu estou com outros personagens de Magnus querendo contar suas histórias em minha cabeça, então acredito que não deixarei esse mundo tão cedo.

 

[Fernanda]: Ainda bem! Vai ser muito difícil para nós, seus fãs, nos despedirmos de Magnus muito cedo! Agora para finalizar, deixe uma mensagem para os leitores:

[Vitória]:Eu sempre digo para pessoas que querem escrever, que escrevam. Escrevam, sem se importar com a gramática ou com o que os outros irão pensar da sua história, abra seu coração para as páginas, e deixe que ele derrame todas as histórias. Meu maior medo era ser criticada de alguma forma pela história da Jade, e hoje a minha maior certeza é que sempre terá alguém tão maluco quanto eu para gostar das minhas histórias.


Conheça as redes sociais da autora:

Instagram:https://www.instagram.com/vicavitoria/

Página no face: https://www.facebook.com/CronicasdeJade/?ref=bookmarks

Twitter: https://twitter.com/Vicavitoria?s=09

Perfil no Skoob:https://www.skoob.com.br/autor/25161-vitoria-c-amancio

“Olhos” de Jade no Skoob:https://www.skoob.com.br/autor/25161-vitoria-c-amancio

https://www.skoob.com.br/olhos-de-jade-909260ed915600.html

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Resenha #19 - Olhos de Jade

 


Título: Olhos de Jade

Autora: Vitória Cristina Amancio

Editora Pendragon

 

Olá, leitores! Como vão vocês? Hoje é dia de resenha por aqui e vamos falar de outra fantasia da Editora Pendragon (uma das melhores na minha opinião). Vocês estão prontos para conhecer Jade?

AVISO IMPORTANTE: É o último dia para garantir este livro em promoção! Então, se está interessado, os links para compra, tanto em e-book quanto em livro físico estão no final do post! Aproveite!!!

Agora vamos, para resenha!

Sinopse:

"O tio de Jade morre e lhe deixa um livro que deveria esclarecer muitas de suas dúvidas, mas ao invés disso, ele as multiplica.

Na tentativa de lidar com o conhecimento que agora tem, ela se isola sem, contudo, conseguir ignorar as coisas estranhas que acontecem na casa de seus novos tutores. Convivendo com vampiros, lobisomens, bruxas, sereias, fadas e zumbis de uma maneira como nunca imaginou, Jade também descobrirá a sua própria identidade e precisará contar com a ajuda do único filho de seus tutores para lidar com a sua maldição.

Se você descobrisse que não é sua primeira vez na terra, que caminho resolveria seguir?”

A obra fala sobre Jade, uma garota que morava com seus tios até que os dois
faleceram e a garota passou a ser órfã. Ela fica em um orfanato por um tempo e, entre um acontecimento bizarro e outro, uma família a acolhe e aí que história realmente começa. Enquanto tenta levar uma vida normal, com seus tutores e seu irmão adotivo, ela desvenda aos poucos o seu passado por meio do último livro que seu tio lhe deu antes de falecer que conta a história de Magnus, um mundo mágico escondido no centro da Terra.

A partir disso, seus poderes começam a se pronunciar e ao lado de alguns seres mágicos que Jade acaba conhecendo em sua trajetória, a garota passa a se questionar sobre o que é, já que humanos não tem garras ou dentes pontudos quando suas emoções saem do controle, nem têm o mesmo sonho todas as noites quando vai dormir.

O mistério vai se desenrolando no decorrer do livro e para descobrir o que nossa protagonista é e qual o seu destino, você vai descobrir na leitura!

 

Crítica

Vamos começar a falar sobre a Jade Clark? Pensa em uma protagonista totalmente
fora do padrão, que abomina a beleza estereotipada, fala e depois pensa, é reservada e cria história sobre todos a sua volta, principalmente estranhos. Se não é o melhor tipo de protagonista, eu não sei qual é!  A história é narrada utilizando narrador-personagem e a forma que ela foi desenvolvida, com linguajar mais informal e fácil de ler, te traz para mais perto de Jade, é como se ela tivesse te contando a história pessoalmente.

É impossível não se envolver com a protagonista e os demais. São todos personagens reais com qualidades e defeitos, a luta de todos é bem mostrada apesar de uma narrativa mais corrida e já que estamos falando de desenvolvimento, um dos maiores pontos positivos é o relacionamento entre os personagens da história. Dá para sentir o amor ou o ódio (ou indiferença já que ela é sempre mantém uma postura de “não estou nem aí para nada) que Jade tem por cada um, fazendo o leitor sentir na mesma intensidade.



Os cenários, contudo, não são bem explorados, pelo menos não fora de Magnus. Muitas vezes eu me pegava pensando “eita, onde a Jade está?” e eles não parecem estabelecer uma ligação direta com a história. O foco está na protagonista, nos acontecimentos e nos sentimentos que ela tem. Então, se você gosta mais de um livro com mais falas do que descrições, este livro é para você!

A obra tem os fatos bem corridos, sem enrolação e na maior parte do tempo, considerei isso bom, vão concordar comigo aqueles que gostam de bastante ação em praticamente todas as páginas do livro, com revelações e tretas em cada instante, mas senti que em alguns momentos ela precisava dar uma pausa nessa correria para explicar algumas informações um pouco melhor. Por exemplo, tem uma parte em que um personagem sai da sala e o outro morre. Simplesmente morre. Me deixou muito curiosa para saber como ele morreu, infarto, ataque cardíaco, velhice... Não ficou nem tão claro se ele morreu naquele mesmo instante!

Porém, a resposta pode estar no próximo livro, porque sim, meus leitores, esta obra é parte de uma trilogia, que ainda não foi lançada e não temos datas, mas assim que tivermos, vou anunciar por aqui também, afinal, eu mesma já estarei entre os que comprarão na pré-venda.

Em resumo, Olhos de Jade é um ótimo e instigante livro, perfeito para o público infanto-juvenil (totalmente livre de palavrões) e Young adult. Uma leitura fluída e impossível de largar. A cada fim de capítulo, queremos o próximo e cada um deles é insaciável, gostaria de dizer até o fim, mas quando você acaba o livro, você quer o próximo e não tenho dúvidas de que vá ser assim até a trilogia acabar.

Gostou do livro? Compre já:

Físico:

https://www.lojapendragon.com.br/fantasia/livro-olhos-de-jade

E-book:

https://www.amazon.com.br/Olhos-Jade-Vit%C3%B3ria-Amancio-ebook/dp/B083M6QP1S

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Resenha #18 - Xenuh e o Destino de Agren


Título: Xenuh e o Destino de Agren (parte 1)
Autor: Victor Berto
Editora PenDragon


Olá, leitores! Como vão vocês? Voltamos com as resenhas aqui no blog! E antes de começarmos gostaria de lembrar que esse mês os livros da PenDragon estão com até 50% de desconto, o que inclui esta obra, então se ficarem curiosos e desejarem comprar este ou qualquer outro livro mencionado nas resenhas anteriores, não há melhor mês do que esse para adquirir! Já aproveita para olhar outros livros (aqui no blog temos uma coleção de resenhas de bons livros da editora), pois com R$ 120,00  em compras você desbloqueia o frete grátis, então corre lá assim que terminar de ler a resenha, ok?

Marketing feito, bora para a resenha! Hoje falaremos um pouco de outra fantasia da PenDragon: Xenuh e o Destino de Agren. Prontos para entrar nessa aventura?

Sinopse:
Uma das raças agreanas passa a registrar indivíduos nascidos sem o dom da magia. Tal fato não havia causado transtorno algum até que um grupo formado pelos então "não-magos" resolve lutar para provar que eles são o futuro evolutivo das raças do planeta. Os agora intitulados "guerreiros", iniciam uma era de conflitos contra a classe mágica agreana.
No entanto, por detrás disso tudo, uma profecia já anunciava que um ser nascido em outro mundo viria para livrar a vida dos magos de Agren da terrível ameaça imposta pelos guerreiros. Enquanto isso, no planeta Terra, o garoto Alexen somente queria se livrar das vozes que o atormentavam, mas mal sabia que cumprindo com o que elas lhe ordenavam, ele iria acabar caindo no mundo mágico de Agren.
Agora sua vida está prestes a tomar rumos que ele jamais poderia imaginar. Sob os cuidados de Marfano e Khalin, o pequeno garoto presenciará estranhos acontecimentos, enfrentará uma série de desafios e descobrirá ser apto a praticar magia. E quando ele menos esperar estará a caminho de viver sua primeira grande aventura.


Pensa em um livro difícil de resumir, mas vamos lá. A primeira coisa que somos apresentados é a história de Agren e como ela é dividida entre guerreiros e magos. Todos
viviam em paz até que um guerreiro (um doente da cabeça, porque não faz nenhum sentido) resolveu colonizar a classe mágica por achar que os que nasceram sem o dom da magia eram superiores. Muitas guerras e mortes acontecem por causa deste movimento, até que, em um determinado momento da história, a paz volta a reinar graças aos governantes atuais que por ironia do destino, tinham um vínculo afetivo e conseguiram controlar a situação.  Apesar disso, os dois lados investigam uma profecia antiga que é capaz de abalar aquela paz recentemente reestruturada.

É nesse momento que nosso protagonista (que mais é um coadjuvante da história, já que o contexto que ele é inserido é muito maior do que ele) resolve aparecer. Alexen, um garoto do nosso mundo, instigado por vozes que falam em sua cabeça desde menino, resolve entrar em uma caverna na Irlanda e acaba parando lá em Agren para agitar um pouco as coisas. Tudo indica que ele é o garoto da profecia e que pode trazer o fim da calmaria dos dois reinos. Eu gostaria de dizer que as respostas de toda esta confusão estão neste livro, mas não é a toa que ele tem uma parte 2 (que já está encaminhada e quase pronta para a pré-venda graças a Deus!).

Crítica:

Este livro é bem introdutório e acredite, tudo o que der para introduzir, o Victor vai! Agren é o mundo mais completo que eu já vi em um livro nacional!  O autor pensou nas vestimentas, casas, comida, rotinas, religião... Cada coisinha foi planejada! Dá para sentir que ele primeiro criou o mundo inteiro e todas as coisas que teriam nele, para depois começar narrativa. 

Principalmente no começo, com o resumo dos acontecimentos prévios, há muitas páginas sem falas e o que é mais legal é que em nenhum momento a leitura ficou cansativa. Na verdade, é possível curtir mais essas partes do que as das falas!  O autor leva jeito para contador de histórias.

Os personagens também têm todo o seu jeitinho particular e bem pensado. Todos, inclusive o Alexen que apesar de ser uma criança, tem um linguajar mais refinado, bem diferente do que é visto nos livros contemporâneos. Se você está à procura de um livro que te entretenha e expanda seu vocabulário, Xenuh é a escolha certa!

O público que mais iria curtir esse livro, são leitores de livros como Senhor dos Anéis, amantes de RPG, leitores que gostam de uma leitura mais séria e com um mundo mais completo.

O livro é instigante, com personagens cativantes e um enredo que nos deixa cheios de expectativas com o que nos espera na parte 2 do livro. Recomendo demais a leitura! Sem dúvidas, vai ficar no meu cantinho dos favoritos da PenDragon!

Gostou da resenha? Faça como eu! Compre o livro e aproveite o desconto do aniversário da Editora:



Livro físico: https://www.lojapendragon.com.br/fantasia/livro-xenu-e-o-destino-de-agren

E-book: https://www.amazon.com/Xenuh-Destino-Portuguese-Victor-Pereira-ebook/dp/B084FFYKNC

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Resenha #17 - Em algum lugar dentro de mim


Olá leitores do blog Em minha mente. Eu sei, já faz um tempo, mas com a grande movimentação de postagens no Instagram, aqui acaba ficando em segundo plano quase como um diário de registros. Fico muito feliz com quem acompanha, já sei que são seguidores fiéis!
 Hoje é dia de resenha! Vamos conhecer o livro de hoje?



Título: Em algum lugar dentro de mim
Autor: Julius Vieira (ou Julius Brenig)
Editora Pendragon

Esse é o segundo livro do autor resenhado aqui no blog, o primeiro foi Três desejos (acesso a resenha: https://emminhamenteftcastro.blogspot.com/2019/08/tres-desejos-resenha-5.html) e também já temos uma entrevista com ele aqui no blog (conheça o Julius: https://emminhamenteftcastro.blogspot.com/2019/09/entrevista-com-o-autor-1-julius-vieira.html ).

Agora vamos ao que interessa, a obra em Algum Lugar Dentro de Mim.

O livro conta a história do Félix, um aspirante a escritor que passa por um momento muito difícil em sua vida (não quero dizer o que é, pois isso pode acabar estragando sua experiência na leitura) e a partir dele começa a fazer viagens em suas lembranças de um jeito bem diferente. É como se ele se materializasse na tal memória, podendo observar e até mesmo interagir com as pessoas presentes nela.

É por meio dessas viagens e com a vida que simplesmente não para mesmo quando estamos no pior momento possível, que ele vai evoluindo e trabalhando sua dor no processo da narrativa. É neste momento que  ele descobre que pode contar com os seus amigos, que se intitulam junto ao rapaz“Os Amazing” (um nome que faz muito sentido, pois eles são mesmo maravilhosos).

Já começando com a avaliação do livro, podemos afirmar que o forte do autor continua sendo os personagens. Eles são complexos, reais, carismáticos... Identificáveis. As descrições de aparência nem são tão importantes quando eles são pura emoção deste jeito e aí, vai do leitor imaginá-los como queiram. De secundários, Ana ganhou bastante destaque, pois ela está ativamente presente na vida de Félix, ela é o ombro amigo, é o cupido e ouso dizer que é ela que faz a vida dele andar. Sabe aquela amiga extremamente sarcástica que você sabe que entre piadas e pegadinhas inteligentes, você pode contar com ela em todos os momentos da sua vida? A Ana é essa amiga.  Claro que a Blue e o Mano, são importantes também, a Blue com a inversão de papéis de "consolado e para consolador"que ocorre no livro e o Mano com o seu suporte de “bro”, mas a Ana é claramente a melhor amiga e você vai sem dúvidas se encantar com ela.

Os cenários da história são quase os sentimentos em si. Eles se moldam com o que o personagem está sentido e isso é incrível de se ler. As memórias são todas cuidadosamente descritas com cuidado de quem pinta uma tela e as emoções transbordam dela.

Isso nos traz as reflexões e dentro delas, temos um punhado de referências aqui e ali que foram colocadas de forma genial e nada forçada. O reconhecimento de cada uma te aproxima ainda mais do Félix e quando você termina o livro, já sabe que vai sentir falta dele. É como um amigo que está mudando de cidade (quem pegou a referência, é porque já leu).

Se eu fosse descrever tudo de bom que tem neste livro, daria outro livro, então resumindo rapidamente: é uma história para refletir, cheia de emoção, amizades verdadeiras, apoio familiar, paixão de escritor por uma obra (metalinguagem? Temos!), poemas emocionantes que se encaixam lindamente com a obra e até uma pitadinha de romance. É um livro mais do que recomendado a todos os jovens adultos, principalmente os que estão perdidos em algum lugar dentro deles. Quem sabe vocês e o Félix não podem se ajudar?

Compre Em algum lugar dentro de mim:

Físico:
E-book:

domingo, 31 de maio de 2020

Entrevista com autor #7 - Gabrielle M. F. Souza


Olá leitores e leitoras do blog Em minha mente! Hoje teremos entrevista com a maravilhosa Gabrielle, autora do romance pirata Blackwater, livro que já temos resenha aqui no blog (link: https://emminhamenteftcastro.blogspot.com/2020/04/resenha-15-blackwater.html). Prontos para conhecer mais uma mulher forte da nossa literatura brasileira?

Ficha do autor

Nome: Gabrielle M. F de Souza
Obras: Engavetadas? Várias; Publicadas? Duas hahaha Blackwater da Editora Pendragon e estou na antologia Tempo de Amar da CK Books
Descreva-se como se fosse um personagem: Vish... Ela esperava não ser a garota do coque frouxo que comprava um Starbucks correndo a caminho da aula.
E ela não era, ainda bem. Primeiro porque tinha cabelo curto, impossível para qualquer tipo de coque; segundo, não morava perto de nenhum Starbucks e, felizmente, já estava formada e não precisava correr a lugar nenhum.


Hábitos de escrita

[Fernanda]: Você tem alguma rotina de escrita ou você segue a sua inspiração?
[Gabrielle]: Tentei vários métodos já, desde anotar tudo num caderno e organizar tudo para seguir com a história, a simplesmente deixar rolar. Hoje em dia o que funciona “mais” – apesar de que não é cientificamente comprovado funcionar mesmo, porque ainda assim falha – é anotar pelo menos um parágrafo de cada personagem, a premissa e, caso decida estruturar capítulos, uma linha para cada capítulo com o que precisa acontecer basicamente. O resto descubro no caminho.

[Fernanda]: Isso ajuda bastante mesmo! Você escreve seus livros na ordem cronológica em que acontecem ou partes avulsas e junta no final?
[Gabrielle]: Cronológica na maior parte das vezes, apesar de que tenho um projeto que vai e volta na linha. Mas via de regra o primeiro, quando a linha do tempo vai e volta muitas vezes eu sinto que me atrapalha um pouco e, considerando que não organizo muito meus capítulos, isso seria um potencial risco de surto hahaha

[Fernanda]: Linhas do tempo complicadas, trabalho dobrado! Sei bem (risos).  Como você se sente ao terminar um livro?
[Gabrielle]: Muito bem! Ainda mais porque ou enrolo muito para continuar ou porque o final é
sempre o mais difícil de fazer as vezes. Então é meio que uma sensação de vitória mesmo (risos).

[Fernanda]: Você costuma fazer ficha para os seus personagens?
[Gabrielle]: Não, só o primeiro nome e um parágrafo sobre a origem. O resto eu descubro conforme escrevo e aí, se acho necessário (via de regra é, mas esqueço de fazer), acrescento no parágrafo sobre a origem. Tentei uma vez estruturar toda a vida dos personagens, incluindo árvore genealógica, e me senti “travada” na escrita

[Fernanda]: Às vezes organizar demais não ajuda mesmo! E algum autor ou obra que inspira sua escrita, você tem?
[Gabrielle]: Jane Austen AAAAAALL DAY EVERYDAY. Sarah J Maas e, agora nessa época que estou numa vibe oriente e histórias com deserto, Alwyn Hamilton de A Rebelde do Deserto.



Gabrielle e Blackwater

[Fernanda]: De onde veio a ideia para a temática do livro? Como ele surgiu?
[Gabrielle]: Sempre fui muito fã de pirataria e convenhamos, é difícil não gostar da saga Piratas do Caribe! Contudo na época eu tinha conhecido uma professora de redação do ensino médio que teve uma história de coração partido muito semelhante a de tias-avós minhas e a partir desses dois elementos surgiu a base da história. Pra mim, de certa forma, foi minha maneira de dar o feliz para sempre que acreditava que minhas tias, principalmente, gostariam de ter.

[Fernanda]: Que fofo! A primeira coisa que realmente, somos expostos ao ler seu livro é o poder das mulheres, principalmente da capitã. O que te levou a escrever sobre isso?
[Gabrielle]: Primeiro porque comecei no ensino médio, que foi quando realmente conheci o movimento feminista e comecei a ler sobre e me interessar mais. Segundo porque quando pensamos em piratas, a primeira imagem que vemos é de um homem barbudo e sujo, além de bêbado. Queria mudar essa imagem de alguma forma, ou pelo menos mostrar que existiram sim, mulheres em altos cargos da pirataria.

[Fernanda]: E fez isso de forma genial! Agora falando de Jacqueline Blackwater: Ela é um alter ego seu, você se inspirou em alguém ou ela puro fruto da sua imaginação?
[Gabrielle]: Então, todo escritor coloca um pouco de si na personagem, isso é inevitável creio eu. Algumas pessoas mais próximas que me conhecem e leram, acham que ela é bem parecida comigo, sim. Na época que escrevi, creio que sim, mas hoje vejo que evoluí muito em alguns pontos que talvez a Jacque teria dificuldade de ver (amém terapia, façam terapia gente, todo mundo precisa).

[Fernanda]: Também vejo algumas semelhanças (risos). E o Adrian? Conta para gente como ele surgiu.
[Gabrielle]: Essa é a parte “vergonha alheia de mim mesma”. Na época eu tinha um crush num rapaz de um curso que fazia de idiomas e resolvi inserir elementos dele no personagem. Obviamente o mesmo crush se provou um enorme erro, mas o personagem permaneceu e meio que se tornou aquilo que eu queria que tivesse sido se a pessoa fosse mais decente, talvez. Hoje eu ainda mudaria certas coisinhas no personagem, porque novamente sou outra mulher e outra escritora, mas c’est la vie! Até que eu gosto dele um pouco.

[Fernanda]:E  qual cena do seu livro foi a mais marcante para você?
[Gabrielle]: Duas especificamente: Quando ela descobre a verdade sobre o Adrian, sobre quem ele é. E a segunda, a carta do final. (Ah sim, e pensando agora, a cena da luta entre a Jacque e a mestre de armas.)

[Fernanda]: São realmente momentos de grande tensão no livro. Falando sobre emoção, algum momento durante a escrita fez algumas lágrimas suas caírem ou tudo de acordo com o plano?
[Gabrielle]: Eu sou uma pessoa difícil de chorar, especialmente lendo ou escrevendo (o segundo é pior ainda) 
(risos). Então tudo foi meio que de acordo com o plano! Quando escrevo existem cenas que me deixam para baixo e são mais difíceis de escrever, mas chorar dificilmente 
(risos).

[Fernanda]: Na sua opinião, qual é a principal mensagem do seu livro?
[Gabrielle]: Acho que principalmente foi o final feliz que queria para minhas tias, da maneira que imagino que elas gostariam. Mas, além disso, que mulheres podem e devem ocupar todos os espaços que desejam, seja de uma dama até a capitã.


Outras obras e planos futuros

[Fernanda]: O que podemos esperar de você neste mundo literário?
[Gabrielle]: Eu recentemente entrei numa antologia que logo mais sai na Amazon, então fiquem ligados nisso! Além disso, esse ano pretendo lançar pelo menos mais um livro, em ebook (no momento está muito caro para uma impressão independente, a menos que haja interesse), só não sei qual deles ainda 
(risos).

[Fernanda]: E fora deste mundo, quais são seus planos?
[Gabrielle]: Bom, para quem não sabe, estudo teatro há um ano quase e, ESPERO, logo mais ter esse tipo de conteúdo por aí também.

[Fernanda]: Sabemos que você faz a leitura de contos no seu Instagram. Algum dia teremos o prazer de ler algum conto seu?
[Gabrielle]: Eu li um conto meu de tema infantil lá chamado a “A Menina dos cabelos de flor” que fiquei bem feliz de ler inclusive (risos). Mas espero que sim em algum momento! Eu só não leio porque tenho o hábito de fazer contos no limite possível para ser categorizado como conto e aí pra ler, demoraria muito tempo e que eu tenho medo de ficar muito arrastado para as pessoas! 
(risos)

[Fernanda]: Pretende escrever algum livro de um gênero completamente diferente de romance?
[Gabrielle]: Sim! Hoje tenho alguns projetos de aventura e fantasia, sem foco no romance, alguns deles inclusive que quero lançar como ebook!

[Fernanda]: Para finalizar, deixe uma mensagem para os leitores e divulgue suas redes sociais:
[Gabrielle]: Oi, gente! Obrigada por quem leu até agora, de verdade <3 Espero que tenham gostado da entrevista! E obrigada a todos que conheceram meu livro e lhe deram uma chance, mesmo que não tenham gostado. Agradeço do fundo do coração pelo interesse e espero que não desistam de mim no futuro!

Caso você não me conheça ainda, mas queira (eu sou legal gente, juro), meu insta literário é esse aqui!
@literaria.mente
E tenho o face Vida de Escritora com uma amiga escritora muito querida! Por fim, caso queiram dar uma espiada no meu estilo de escrita, existem alguns manuscritos meus no wattpad, meu IG lá é @GabrielleMarques994

É isso! <3