domingo, 18 de novembro de 2018

Resenha #4 - Conto de dragões

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        Livro: Conto de dragões
        Autora: Fabi Zambelli
        Editora: Novo Século

Sinopse
     Mariane, uma jovem universitária no auge de seus 20 anos, tem uma vida pacata e comum. Desde pequena ela sonha com criaturas místicas e sobrenaturais. No entanto, esses sonhos começam a ficar cada vez mais reais. A rotina que ela conhecia é completamente abalada quando um garoto misterioso entra em sua vida. O nome dele é Andrey, e parece ser perigoso - não que isso importe para Mariane, já que se sente cada vez mais atraída por aqueles olhos verdes e profundos. Quando Andrey resolve abrir o jogo e revelar quem realmente é, o mundo da garota vira de cabeça para baixo e ela se vê envolvida numa guerra sobrenatural, na qual parece ser a chave da vitória dos dragões sobre os giants - criaturas místicas das quais, até então, ninguém ouvira falar. Mas há mais mistérios ao redor de Mariane do que ser simplesmente a "arma secreta". Dragões e humanos precisam se unir para vencer um inimigo em comum. E em meio ao caos surge um amor improvável. Sangue e vermes.

Resenha
Primeiro, eu tenho que dizer que neste livro vi um fenômeno raro: o lado dos vilões. Claro, recentemente os filmes tem tido essa preocupação em mostrar mais o outro lado da história, mas ninguém em minha opinião conseguiu uma imparcialidade como a Fabi Zambelli fez neste livro. Ela usou o narrador onisciente de uma forma tão magnífica, que quando a guerra acabou, o misto foi de tristeza e felicidade. É possível sofrer até pelas mortes dos vilões.

     Tudo isso se dá a outro ponto positivo que tenho que ressaltar: os personagens são
apaixonantes, algo que particularmente admiro demais em uma história. Todos, com suas personalidades marcantes e cativantes levam uma batalha sangrenta de uma forma leve e até divertida. Impossível não se apegar a todos eles. 
     
     Também temos o humor permeando a história assim como sentimentos muito intensos. O enredo parece ser milimetricamente planejado, afinal ela não se contentou em apenas criar uma guerra interplanetária bem no meio de Jundiaí, mas não se esqueceu de incluir os militares e a mídia representando muito bem as famosas fake news e como essas notícias podem virar o jogo em um confronto desse nível. Foi uma jogada esplêndida!

     A pré guerra, toda psicológica, vai te envolvendo aos poucos e quando você vê, o livro já te engoliu para dentro dele.

      Recomendo a todos que gostam de uma boa fantasia, pois este livro entrou para a minha lista de provas de que um livro nacional pode sim ser até mais incrível do que um internacional.

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sábado, 13 de outubro de 2018

Dia do escritor e eu!

      Há quase três anos eu digo aos outros que sou escritora. Brinco com todos que tenho uma vida dupla como a Hannah Montana onde de um lado eu sou a professora (Miley Cyrus) onde vivia uma vida simples, em prol de ajudar as pessoas, ensinar e aprender com elas. Enquanto isso, a parte Hannah Montana saia por aí, subindo em palcos, fazendo discursos em microfones e dando autógrafos. 

      Eu sempre defini dessa forma, pois achava que encaixava a correria da minha vida perfeitamente, até que um dia, em uma das tardes de cura mental mútua que costumo ter com a minha mãe frequentemente, ela disse que era o contrário. Disse que apesar da vida de escritora ter todo o glamour e fãs, essa era quem eu era de verdade, a Miley Cyrus, e concluiu dizendo que a professora era a Hannah Montana por ser um personagem que eu criei para continuar lutando pelo que realmente sou: a escritora.
     Apesar de ser um pensamento um tanto complexo e de eu amar ser professora (depois de tantos anos lutando contra isso), não existia verdade mais pura do que aquela. Eu nasci escritora. Não podia ver um mundo mágico que já estava mergulhando e não demorou muito para que eu começasse a rabiscar o meu próprio.
     Ainda assim, eu tenho que agradecer. Meu mestre-inspiração, John Green, diz uma frase que eu gosto de citar sempre " um livro não é real até as pessoas o lerem". Não há dúvidas que os amantes do Poder Ignorado fizeram eu ver no espelho uma escritora de verdade, algo que sempre fui. Vocês, com seus elogios, suas cobranças do próximo livro, seus gritos quando subo no palco, suas curtidas, seus comentários, suas visitas a Bienal... Tudo isso fez eu me achar dentro de mim e sou eternamente grata a cada um que embarcou nessa viagem doida comigo. Estamos mais próximos do que nunca de receber o Nas Garras das Trevas  em nossas mãos (só Deus para me manter viva por mais dois meses de ansiedade) e isso só foi possível com a fé que cada um de vocês colocou em meu coração.



     Hoje, posso agradecer com mais do que um simples obrigada? Claro que sim, então se prepara que vem mais uma promoção aí. Responda o quiz com perguntas sobre a saga Poder Ignorado e autora, com ao final uma pergunta especial que necessita de toda a sua criatividade: "Como o Poder Ignorado se encaixa na sua vida?" e concorra a brindes exclusivos que vocês sabem que eu nunca deixo a desejar. 
Essa promoção vai até o aniversário do Poder Ignorado (8/11). Quer participar? Confira: promoção na página do Facebook: https://www.facebook.com/poderignorado/ 


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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Poder Ignorado na sua escola

     
     Depois de quase três anos de Poder Ignorado, a venda começa a diminuir e apesar de nunca zerar, o Nas Garras das Trevas está aí pronto para ser lançado, então vocês vão ver movimentos intensos para essa sequência finalmente sair depois de todo esse tempo de espera.
      O projeto é basicamente eu ir às escolas dar uma palestra de como realizei meu sonho de publicar um livro com apenas dezenove anos e tudo o que foi necessário para que eu chegasse até lá.  Também falarei um pouco sobre a minha obra a fim de aguçar a curiosidade dos alunos para a leitura e divulgar meu trabalho. No final da palestra, vou lançar o desafio aos alunos de desenhar um amigo imaginário e descrever suas habilidades e poderes, o mais criativo irá ganhar um exemplar autografado.

     Esse projeto em específico visa o incentivo da leitura e a imaginação, além de encorajar os alunos a seguirem seus sonhos que hoje parecem tão inalcançáveis. Então se você conhece alguma escola que se interessaria por essa apresentação ou quer que esse projeto chegue até a sua escola ou a do seu filho, sobrinho, primo etc; mostre esse post e peçam para entrar em contato comigo. Essa palestra pode de verdade mudar a vida uma criança. A sensação de estar fazendo a minha parte já é muito gratificante e hoje você já pode fazer a sua apenas compartilhando. Fiquem à vontade para perguntas sobre o projeto e sobre o livro. Estou à disposição.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Resenha #3 - A rainha vermelha

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Título: A rainha vermelha
Autora: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Sinopse:

     "O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao e toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso... Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Emm meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e falta, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração."

    No começo do livro, eu nem o comentava com ninguém. Eu estava entediada. Mundo em colapso, um povo escravizado e a personagem principal entre eles. Parece  algo que já vimos antes, não é mesmo? Porém, no decorrer do livro as coisas começaram a esquentar. A história começa a mostrar para o que veio e mesmo que seja um produto da mesma forma e com a mesma mensagem no final ( todo mundo pode trair todo mundo), nesta obra a mensagem é muito mais clara e bem mais impactante. Talvez ao olhar a capa e julgar pelo título, você chegue a pensar que seja apenas mais um romance de princesa, mas passa bem longe  disso. O livro é permeado por dor, agonia e sofrimento . Piora tanto que às vezes eu desejava ter lido o livro de trás pra frente só para ver meu próprio estado de espírito melhorando. 
     Mare está em constante perigo do começo ao fim. Isso que deve ser tão instigante no livro a ponto de fazer o leitor devorá-lo. Ela é uma personagem incrível: forte, poderosa, corajosa e você definitivamente não vai querer que ela morra, mas isso não impede a autora de deixá-la na corda bamba o tempo todo. A personagem só não parece muito decidida, pois até agora não sei se ela gosta do Maven, Cal ou Kilorn. Aos olhos dela, eles não parecem tão diferentes assim no começo, mas vão ganhando forma no decorrer do livro e até o final dele, te garanto que terá um shipper definido.
     O mais interessante nesta história é o senso de realidade. O que realmente aconteceria se os seres humanos adquirissem superpoderes por alguma mutação genética. Eles não iriam simplesmente voar pelo mundo ajudando as pessoas bancando o herói como muitos filmes vendem. Eles se achariam superiores e evoluídos, colocariam uma coroa na cabeça e escravizariam todo o resto. É a primeira vez que vejo essa perspectiva em alguma história e achei genial, o que não deixa de ser triste, afinal, isso junto com a mensagem de que "todo mundo pode trair todo mundo" só pode considerar uma coisa e é o que todas as distopias estão vendendo: a fé na bondade e na boa liderança do ser humano não existe mais. Confiança no próximo é algo que morre um pouquinho mais a cada dia. 
     Em relação a a adaptação dessa obra, as últimas notícias que encontrei foi uma previsão para maio de 2018, mas acredito que se fosse verdade já teríamos ao menos um trailler disponível. Aparentemente, os fãs já perderam a esperança, mas estamos sempre prontos para sermos surpreendidos, ok Hollywood?

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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

1# Crítica de filme: Maze Runner e a Cura Mortal

                 Assista ao trailler: https://www.youtube.com/watch?v=xAzLgg7zkGI

     Ontem foi dia de dar adeus a mais uma trilogia incrível que marcou muitos corações (inclusive o meu)

     "A Cura mortal" é o último filme da série original de Maze Runner, uma distopia que fala de um mundo sem muitos recursos com a grande maioria da população infectada pelo Fulgor. Os personagens principais são imunes a essa doença que ataca o cérebro, levando a pessoa a insanidade e depois a morte. Os tais são estudados e perseguido por um grupo de cientistas denominado C.R.U.E.L que esperam encontrar nos mesmos a cura para este terrível vírus que está devastando o mundo aos poucos.
    
     Essa série vale a pena ser conhecida pois nos faz pensar em muitas coisas, mas principalmente em como os nossos líderes que nos representam no governo parecem nos enxergar de verdade e o  que nos aconteceria se o mundo entrasse em colapso. É perfeita para abrir os olhos do povo e se todos o assistissem com olhos críticos (e não somente como um filme de ação) perceberiam que deveríamos agir enquanto a Terra ainda escolhe cuidar de nós, pois quando ela desistir, estamos claramente lascados.


     Agora falando do filme, especificamente este último. A primeira coisa que você precisa saber ao assistir os filmes desta saga é que os diretores são incapazes de seguir o livro fielmente (assim como a maioria das adaptações sobre as quais falo mais do assunto nesse post: http://fernandatcastro.blogspot.com.br/2017/11/livros-x-filmes.html). Porém, está humilde crítica amadora que vos fala ama os filmes. Tudo bem, pode ser que na tela nós não vejamos o que lemos e adoramos, acabamos muitas vezes nos decepcionamos por esses motivos, mas a melhor coisa neles é que os personagens pulam das páginas. A atuação de cada um deles é incrível e acho que ver nelas os personagens que nos amamos é muito gratificante. 
     Nesse filme em especial, dou o prêmio ao ator  Aidan Gillen que faz Jansen que fez um papel magnífico interpretando o vilão da saga, ao Thomas Brodie-Sangster que interpreta Newt e a Kaya Scodelario que faz a nossa amada/odiada Teresa. O trabalho de cada um deles me proporcionou dar um adeus apropriado a história e aos meus clareanos. Só tenho a agradecer e a idolatrar. Também quero dar destaque às Cranks que foram muito bem feitos e às mortes que ficaram bem emocionantes. 
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     Como pontos negativos, temos o de sempre: foco no heroísmo onde não tem, cenários mais tecnológicos que o necessário e partes inventadas que todos nós sabemos que não deveriam estar ali, mas isso não estraga o filme. Ele continua sendo incrível e apaixonante levado por atores excelentes. 
Eu adorei fazer parte desta aventura e recomendo a todos a embarcarem nesta. Não se deixem assustar pelas capas de livro pretas demais ou cenas assustadoras. Não é um filme de terror e se você gosta de mistérios, essa saga é perfeita para você, pois só vai revelando as informações aos poucos enquanto você morre de curiosidade do outro lado.
                                                   

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Resenha #2 - Tartarugas até lá embaixo

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Título: Tartarugas até lá embaixo
Autor: John Green
Editora Intrínseca
Sinopse:
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido - quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro - enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Repleto de referência de vida do autro - entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o que fez John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e - por que não? - peculiares répteis neozelandeses.   

Nenhum texto alternativo automático disponível.A princípio, acredito que tenho que pedir desculpas a você, que veio até esse blog procurar uma opinião imparcial sobre este novo livro do John Green. Este é meu autor favorito dentre a infinidade de outros que li e ainda lerei. Não acredito que haja outro com tal dom, ninguém que escreva como ele, pelo menos não nesse século, mas estou pronta para ser surpreendida sempre.
     É claro que depois de você ler vários livros de um certo autor vai descobrir que inevitavelmente eles tem um molde. O do John Green é sempre um adolescente, geralmente com alguma barreira intransponível em sua vida  e como essa pessoa - que tenta viver uma vida normal - lida com isso. Isso nunca foi um problema para mim, afinal somos bons em fazer certas coisas de certo modo e, como escritor, temos a possibilidade de escolher o que faremos e de que modo sem que ninguém possa impedir, apenas criticar bastante - e nosso Rick Riordan está aí para nos mostrar isso. Além disso, o molde pode até ser o mesmo, mas definitivamente não são as mesmas lições de vida.
A imagem pode conter: 2 pessoas     Mas qual foi a minha opinião sobre "Tartarugas até lá embaixo", afinal? Galera, ele conseguiu de novo. Fez com que eu mergulhasse na história, amasse Aza Holmes e Davis Pickett de tal maneira que eu queria de fato conhecê-los. É difícil encontrar personagens que pulam da página como os do nosso John. Você se apaixona e chora por eles como se fossem seus amigos, às vezes até como se você fosse eles. O que para mim não é estranho já que na minha opinião todos tem um pouco da Aza dentro de si.
     Sobre a narrativa, amo a forma como o autor te dá uma história central que é a Aza lidando com o seu TOC e um leque de outras histórias, te faz querer saber o final de cada personagem envolvido na narrativa.  Há também uma visão de perspectiva das personagens, a "heroína" é vista quase como vilã em um ponto de vista de uma forma inacreditável e revoltante ao mesmo tempo. É como se ele soltasse várias pontas na história e arrematasse todas elas de forma genial até o final da história.
A imagem pode conter: 1 pessoa     As lições de vida não são nítidas quando falamos desse livro. É uma obra que exige bastante do seu cérebro com suas referências e frases de efeito - que se for postar todas no seu Facebook, vão ter mais de trinta (não que eu tenha feito isso). Ele nos lembra  que não somos só um "eu", somos um bioma inteiro e o quanto a procura por um "eu" dentro de si pode ser árdua. Mostra-nos a realidade de uma pessoa que sofre com este problema com tanta propriedade - afinal agora sabemos que o próprio autor sofre com este problema - que qualquer um que leia este livro com certeza passará a respeitar e entender como é a vida dessa pessoa. A frase "é só frescura" que muitos usam para justificar os problemas psicológicos caem por terra na hora. Além de tudo, nos ensina mais sobre micróbios e parasitas do que eu honestamente gostaria de aprender.
     Hoje uso a minha camiseta preta como uma citação de " Quem é você, Alasca" para representar o luto de ter acabado um livro depois de anos de espera. Aguardarei sempre por um próximo seu, John Green, pois sua escrita é minha motivação para continuar.
     Recomendo a todos que gostam ocupar a mente com filosofia em histórias simples e devorar um livro instigante e altamente intelectual.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Resenha #1 - Sangue de baleia

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 Título: Sangue de Baleia 
Autora: J.S.Albino
Editora: Pendragon

     Quando fui ao 1° Encontro dos dragões, vi o bullying forte que essa história tinha. Percebi que história tinha arrasado a todos e eu, formada em John Green e Nicolas Sparks, jamais pensei que essa história em MEIO CAPÍTULO, fosse me desestruturar. Não posso falar mais do que isso desse final que arremata o livro de uma forma tão genial que é impossível não chorar, por razões de spoiler.
     Então vamos falar do enredo em si. A escrita é gostosa e cheia de personalidade. Os personagens são cheios de vida, daquele tipo que pula pra fora da página e faz com que você queria abraçá-los e estar ao redor deles. Cada um com sua personalidade tão distintas que quando narram você nem se lembra que foi uma mesma pessoa que escreveu o livro todo.

     Uma das coisas que mais gostei nesse romance são as lindas mensagens como "não pague mal com o mal" e que sempre terá alguém que te amará profundamente mesmo que você não acredite que um dia acontecerá. 
     Eu defino esse livro como um crush galinha. Te conquista, faz você amá-lo e te faz chorar loucamente no fim de tudo.
     CUIDADO!! Se você tiver a incrível oportunidade de conhecer a autora desse livro, como eu tive, ela vai tentar te enganar falando que nada acontece. É MENTIRA! Mas eu garanto a vocês, o livro não seria tão divino sem esse final. Foi como a cereja do bolo. Parabéns por esse incrível trabalho, J.S. Albino. Mande mais trabalhos seus e pode ter certeza que eu vou me deliciar lendo-os. Inclusive a autora está trabalhando em outra obra, "Blindada" que eu já estou ansiosa para ler e já prometo aqui uma resenha para vocês. Acompanhem!