segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Eu troco... - Estrangeiro por nacional




Olá, leitores e leitoras do blog Em minha mente! Nós brasileiros temos esse preconceito quando se fala em livros nacionais, mas a verdade é que algumas histórias conseguem superar as estrangeiras. Precisamos quebrar esse pensamento, pois há livros bons e ruins de todas nacionalidades e devemos escolher por seu gênero favorito e não por onde o autor mora.

Claro que não adianta impor este pensamento, precisamos de argumentos. Hoje nós vamos comparar livros com a mesma temática, mas que os nacionais são na humilde opinião desta blogueira, muito melhores. E aqui vão:

Hospedeira por Esquadrão X

Esses livros têm como de fundo uma invasão alienígena e mesmo com muitas diferenças, afinal o primeiro tem como personagem principal uma extraterrestre e ela e seus companheiros acabam “consertando o nosso mundo”. A outra é alguém do exército tentando resistir a invasão do seu planeta e Esquadrão X ganha no quesito personagem e dinamismo de enredo.  As duas histórias têm boas descrições do espaço, tem lições lindíssimas para humanidade, mas assim como em Crepúsculo, as personagens de Stephanie Meyer são muito apagadinhas (e até irritantes). A narrativa é lenta, o que traz forte desejo de abandono. Já as personagens criadas por Vivian Villalba são fortes e encantadoras, o humor que permeia deixa a leitura mais leve e a muito mais dinâmica, por isso, se alguém me perguntar qual minha história de Sci-fi favorita, a resposta estará na ponta da língua e a autora é nativa do nosso território brasileiro. (Em breve, resenha de Esquadrão X no blog).

Cortes de Espinhos e Rosas por Alys - Elemento Alpha

Temos agora duas distopias, com as personagens encarando um futuro de forma diferente, mas ainda assim, as duas tendo que lidar com a magia em sua vida. Eu literalmente troquei um pelo outro e devo avisar que estou julgando pelo primeiro livro de ambas as séries. Apesar de todos os motivos, não conseguir ter paciência com Feyre, uma garota muito pobre que era explorada por suas duas irmãs e era tão ligada a uma promessa que fez pela mãe que ao receber a oportunidade de mudar gritantemente de vida ainda tenta fugir! O começo do livro, também foi muito cansativo e acabei trocando por Alys que devorei em pouco tempo, sendo uma leitora muito feliz. Talvez isso se deva também aos personagens carismáticos e o ritmo de leitura que é muito gostoso. O quesito humor também foi o diferencial nesta obra também escrita por uma brasileira.
Confira a resenha completa de Alys- Elemento Alpha:

Cinquenta tons de cinza por 23 noites de prazer

Vai ter comparação de livro hot? Vai ter sim! Ao contrário de Cinquenta tons de cinza, 23 noites de prazer é focado no empoderamento feminino de uma personagem que começa tão apagada e sem graça como Anastácia. Porém, neste, não temos nenhum CEO rebelde a ser domado. O foco é na protagonista que por suas experiências sexuais, acaba se tornando cada vez mais autoconfiante e dona da própria vida. E pra quem gostou, Nahia também trabalha em uma editora e há uma trama instigante e maravilhosa que permeia as cenas picantes e muito bem escritas do livro. Então quem curte esse tipo de romance, eu sempre indico esse nacional sem nem pensar.

Gostou das comparações? Já conhecia todos estes livros? Concorda? Discorda? Comente e vamos debater! Adoro discutir bons livros com leitores. Colocarei os links dos livro nacionais para que conheçam, pois, estes estrangeiros vocês com certeza já ouviram falar e encontram expostos em qualquer livraria que passar. Já os nacionais...




Se você gosta de nacionais sem esforço, com certeza vai gostar dos meus livros:





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